Capítulo 3: O baile dos mortos

10/20/2015 10:30:00 AM

Não havia começo- Não havia fim
O mesmo momento prestes a me consumir
Uma música alta toca a sinfonia dos desesperados
Melancólicos seres estão novamente na fila

O baile dos mortos começará!

Rostos conhecidos e desconhecidos entram no ritmo
Mesmo incerto sobre quem acusar
É hora de lançar seus olhares faceiros
Eis-me no meio de sua ira

Numa cordial noite de entretenimento barato

Ninfas, duendes, fadas, bruxas
Monstros embaixo da cama hão de chamar
E o meu nome para sempre vibrará
"Bruxelis, Bruxelis! Serva maldita!
Cujo caprichos nos levaram ao túmulo!
Sepultados, assassinados, revoltados e traídos
Nós estamos eternamente a dançar!"


O baile dos mortos começará!

Uma estrela cadente rompe  a noite
Na varanda, a mãe de todos sorri
Ela estende seu olhar até mim e diz:


-Bem vinda! Pague seus impostos!

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