Tag: Desafio 12 meses de Poe (junho)

6/18/2016 09:57:00 AM

Resultado de imagem para conto revelação mesmeriana




Olá, pessoas!
Neste mês não estou seguindo o conto do desafio. Resolvi  modificar em alguns meses, acrescentando algumas poesias, trabalhos esses de pouco conhecimento do público:

Eulalie - Poem by Edgar Allan Poe

I dwelt alone
In a world of moan,
And my soul was a stagnant tide,
Till the fair and gentle Eulalie became my blushing bride-
Till the yellow-haired young Eulalie became my smiling bride.

Ah, less- less bright
The stars of the night
Than the eyes of the radiant girl!
That the vapor can make
With the moon-tints of purple and pearl,
Can vie with the modest Eulalie's most unregarded curl-
Can compare with the bright-eyed Eulalie's most humble and careless
curl.

Now Doubt- now Pain
Come never again,
For her soul gives me sigh for sigh,
And all day long
Shines, bright and strong,
Astarte within the sky,
While ever to her dear Eulalie upturns her matron eye-
While ever to her young Eulalie upturns her violet eye. 

É um dos poemas menos conhecidos, mas mesmo assim bem elaborados, escrito em 1843 e foi publicado em 1845: a história é sobre um rapaz que em seu casamento supera a dor da tristeza de sua vida.


Conheça mais sobre meu livro, clicando na imagem abaixo:


E é claro, fazendo referência ao texto lido, temos a poesia referente a este trabalho de Poe, retratado em meu livro "As mulheres de Poe"

Enterrado na lama

(Para Eulalie)
“Eu morava sozinho
Em um mundo de gemido,
E a minha alma era uma maré estagnada
Até Eulalie (...) torna-se a minha noiva (...)”

É esse o meu momento triunfante?
Quando os laços de família são desfeitos,
E a fé parece um grão de areia para você?
Perdendo o bem mais valioso
Você precisa saber qual é a direção?

É esse o meu momento triunfante?
Estou sentido a felicidade sendo enterrada na lama
O inferno que você construiu com suas mãos
Quando aceitou ouvir a voz interior
Um crime contra a vida!

Eu não tive opção
Não aguento mais ficar sozinho
Minha mente ouve o mesmo sermão de antes
As pessoas que mais amo foram embora
E eu odeio a vida por fazer isso comigo
Eu prefiro o tormento eterno
(Oh, como eu prefiro!)
Do que essa vida fajuta!

Quero descer ao fundo do poço
Andar sob as chamas, beijar a morte
Todo dia eu te chamo, todo dia eu reclamo
Lança tua foice em meu coração
Eu sou o seu prêmio mais valioso
Pegue o que sobrou e mergulhe na lama
De meus pecados contra o bem maior

Quero descer ao fundo do poço
Andar sob os espinhos, beijar a noite
E nas suas sombras para sempre me esconder
Eu já não amo a esperança
Todos me abandonaram
Deixaram eu cair mil vezes em tentação!



No blog da Anna Costa e no facebook oficial do projeto, o conto escolhido para ser discutido este mês foi O ENTERRO PREMATURO:

Anna Costa
Acompanhe a discussão coletiva das impressões da primeira obra de Poe neste ano de desafio de leitura ;)

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