Meu Canto

8/24/2014 10:24:00 AM


Pássaro que implora por um momento de liberdade
Sob as asas de um céu azul e nuvens acolhedoras
Descansar sua tristeza nos berços do amanhecer
E na eternidade, proclamar seus hinos de louvor
Ao criador que assim lhe concede seu desejo de viver

És selvagem nessa vida, de outra forma não há
Como vencer em um mundo onde os fracos não tem voz
És feliz quando celebra da partilha entre irmãos
Vamos ecoar seu nome por entre os véus das estações

Pássaro que implora por piedade em seu derradeiro sonho
Sob as asas de um amor imortal sem nome
Descansar sua tristeza e afogar em lágrimas e sangue
E na eternidade lembrar do guerreiro que é lenda
Ao criador que assim lhe concede seu desejo de morrer

És selvagem, olhos de uma raiva que guia
Em histórias de ninar para gerações antigas e novas
És feliz na outrora que se apaga com um beijo
Vamos ecoar seu nome por entre os véus das estações

Meu canto é assim que encanta
E desperta essa fera que há em mim
Mostra-me a força de servir
O ritmo de dançar
As palavras por inventar
E a despedida que há
Quando lembro de sua face em meus seios

Meu canto é assim que encanta...

Pássaro que implora por perdão, enquanto suspira
Sob as asas de uma agonia sem fim
Descansar do mundo de males explorador
E na eternidade rogar pelo seu povo esquecido
Ao criador que assim lhe concede seu desejo de renascer!


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